Monthly Archives: março 2016

E a saga continua! O Museu do Videogame
   Canal  Bang  │     29 de março de 2016   │     16:16  │  0

O Museu do Videogame foi embora da nossa cidade maravilhosa, mas por aqui ainda temos muito o que falar sobre esse evento que vai deixar saudade. Continuamos com as entrevistas que movimentaram nossa semana e trouxe muita diversão para apresentadores e entrevistados. Confiram no vídeo abaixo:

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Segundo dia no Museu do Videogame.
   Canal  Bang  │     25 de março de 2016   │     1:59  │  5

E Mais uma vez invadimos o fantástico Museu do Videogame Itinerante no Parque Shopping Maceió. E neste segundo dia, procuramos saber se os gamers alagoanos preferem os consoles novos, ou as relíquias os mais antigos. Encontramos novos cosplayers que foram muito bem produzidos especialmente para o museu, e entrevistamos de forma descontraída todos os alucinados por este universo incrível que cativa todas as idades.

E assim encerramos o nosso segundo dia no museu, que a cada dia recebe milhares de pessoas conectadas e plugadas em um ar lúdico e nostálgico dentro deste mundo ímpar, o mundo dos videogames. Os entrevistados esbanjaram comentários positivos sobre o museu, alguns já falavam até em uma permanência do mesmo em nossa cidade (todos nós queremos), mas o Museu desligará suas atividades no próximo dia 27 de Abril, com próxima parada em Recife-Pernambuco.

Em entrevista exclusiva para o Canal Bang, o Curador do Museu Cleidson Lima nos conta como surgiu a brilhante ideia de criar um Museu Itinerante, que mais tarde viria expor e trazer para o público, um pouco da história dos consoles que marcaram várias gerações, até os dias de hoje. Confira nosso bate-papo com o criador do Museu do Videogame Itinerante.

E assim encerramos mais um dia de muita jogatina no Museu do Videogame, mas calma! Não para por aí! O canal Bang continuará fazendo cobertura completa do Museu até o dia 27 de Abril. E você? O que você está esperando? Corre e vai lá que ainda dá tempo.

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Batman Vs Superman – A Crítica.
   Canal  Bang  │       │     1:18  │  0

Batman Vs Superman – A Origem da Justiça.

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Finalmente um dos filmes mais esperados do ano põe Batman e Superman num embate muito além do que se vê nas telas. Uma única frase pode resumi o longa? Sim! “A pressa é inimiga da perfeição”. Zack Snyder assumiu a direção e de brinde um roteiro que briga consigo mesmo. O script trata bem seus personagens principais, e quando recria a premissa da animação “O Cavaleiros das Trevas” baseada na obra de Frank Miller, mas se perde justamente quando tenta adaptar em sua trama condições e pontos de virada que correlacionam a história com aparições de membros que formarão a Liga da Justiça, porém, calma, o filme não é por todo uma decepção no mundo da DC, há muito o que analisar.

Quando Frank Miller criou o Batman que conhecemos neste filme, ele o autor, estava se achando velho demais aos seus 28 anos, e pensou: como seria o morcego de cabelos brancos? Muitas adaptações ocorreram desse homem comum que luta com sua experiência de vida e artifícios humanos contra uma Gotham sempre dominada de assassino psicóticos. O Batman de Zack Snyder é sem dúvida o morcegão mais ousado que o cinema já viu, suas experiências com o crime se tornaram velhas demais para medir pudores entre matar ou deixar viver, vemos um homem cansado e de poucos cabelos grisalhos que não hesita combater o crime com balas, que pergunta depois e bate primeiro, diferente daquele que vivemos com Nolan. No entrave de suas batalhas, surge um alienígena com princípios de herói que, para salvar a humanidade de ameaças extraplanetárias, leva em suas batalhas vidas inocentes.

Aqui começa toda a confusão do longa, afinal entrega de cara o que Batman Vs Superman significa: um entrave entre o certo e o errado e suas concepções pessoais em torno da ameaça que um representa ao outro. O Homem de Aço diante do povo da terra deve ser tratado como um deus legitimo? Ou apenas um homem que tenta fazer o que é certo? Quem tem autonomia sobre ele? A quem deve responder? Dentro desse conceito o roteiro começa bem o filme, expondo os lados pessoais de ambos os heróis sob os holofotes do povo enquanto seu ritmo capenga perdido por vezes nas próprias tramas unilaterais, e esquece que também é importante valorizar seus secundários.

ATENÇÃO! Agora, vem muito spoiler.

Alfred , o mordomo do Batman, toma o lugar de Lucius, e quase parece o pai de Tony Stark, Lex Luthor é um coringa sem maquiagem , a Mulher Maravilha mostrou que poderia trabalhar como agente secreta da Shield caso não dê certo na DC, Flash aparece como Zeus no sonho de Batman, e por fim a trágica apresentação de Aquaman e Cyborg dispensa qualquer comentário e justifica que a pressa é realmente inimiga da perfeição. Embora tempo tenha tido para elaborar um roteiro melhor, muito se pode pensar que apressar as coisas para DC no cinema pode fazer sentido por conta de seus insucessos seguidos nas telonas, e converge a situações mal conectadas enquanto tenta criar algo novo.

E a parte boa existe? Sim!

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Na série animada, temos um Superman aliado ao governo americano e já velho conhecido de Batman. A briga acontece porque Bruce combate planos corruptos do governo americano em Gotham City. O Homem de Aço é convocado pelo presidente dos EUA que manda “aposentar” Bruce e os dois brigam.

E se você está cansado de ver tanto ponto negativo, aqui, temos algo realmente interessante no filme. O único sucesso propriamente dito e o que salva a DC de um fracasso total é justamente a premissa básica da história original aqui respeitada. Evidentemente, não poderíamos ter um combate longo de início entre Batman e Superman, mas o filme caminha de mãos dadas explicando seus problemas unilaterais que convergem no embate, o que realmente se torna envolvente é que o Batman de Ben Affleck é um homem incapaz de ser aterrorizado pelas tentativas frustradas do Homem de Aço de querer imprimir seu maior defeito: a soberba. Alias, ele, o morcego parece querer a morte, e o grande poder do Homem de Aço se torna inocente diante de um velho Batman calejado. Bruce age por impulso até o último momento antes de tentar matá-lo, sua carga emocional em combate leva a responsabilidade de destruir aquele que tem o poder de aniquilar a raça humana, enquanto vemos um Superman arredio e perdido diante dos planos de Lex Luthor. Apesar de recriar em quase sua totalidade o combate entre os dois como nas animações, o filme peca por não soltar a famosa frase do morcego “lembre-se do homem que te fez Sangrar”, no entanto o combate é bonito e é estranho ver o Superman apanhar tanto, sim e ele sangra. Esse último permanece inexpressivo por todo o filme deixando que músculos, um penteado e um uniforme bem feito falasse por seu personagem.

Quando a luta acaba temos os problemas finais e a volta das más notícias, por querer da continuidade a essa história que deveria acabar ali com a frase citada acima, temos um Batman que volta a ser destruído pelo roteiro e o faz quase chorar ao ouvir Clark Kent pedindo para salvar sua mãe Martha (Diane Lane). Por fim, os dois se tornam amigos tão rápido que é quase impossível dar risada com a piada aferida por Martha ao Batman quando ele a salva. Ademais, o filme acelera para a aparição do vilão Apocalipse, que morre de forma inimaginável para um pedaço de kriptonita, tornando-se assim um arrumadinho que serve para unir os personagens principais do seu caos pessoal.

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Se vale ir ao cinema? Claro. Os efeitos visuais são ótimos, mas as vezes, pode incomodar um pouco pela falta de iluminação e movimentos rápidos. Por outro lado, temos o melhor Batman que o cinema já viu, ao contrário do que pensava muita gente, Ben Affleck deu o tom certo para o morcegão mais velho, e convenceu. Já Henry Cavill como o Superman é mais do mesmo, sem grandes surpresas, inexpressivo e frio, esse Homem de Aço talvez não tenha convencido como deveria, justo pelo poder das grandes expectativas e pressão que tem rodeado os filmes da DC. Talvez, a própria DC comics, tenha caído no conto do vigário em seu filme, a ansiedade por fazer sucesso com algo tão improvável de críticas negativas tenha gerado um roteiro apressado, mal analisado e uma direção que o seguiu perigosamente pondo à risca todo um trabalho que poderia ser perfeito.

Batman Vs Superman é um filme bom e que tenta respeitar os fãs, mas se evitasse erros primários em sua construção poderia ter sido o melhor filme da DC até hoje. Como disse, a expectativa de seu lançamento trouxe dele a responsabilidade de dar um fôlego novo para seu estúdio nos cinemas e o entrave ainda continua. Resta saber se o que virá a seguir pode salvar os planos da DC de fazer sucesso com seus heróis assim como faz a Marvel.

Por fim, melhor do que nada é ir conferir Batman vs Superman, que mediante a divulgação maciça, onde foram criadas grandes expectativas sobre este que poderia ser o filme que tiraria a DC do buraco nas telonas, decepciona. Contudo tudo não é um filme ruim. Nota 6.0 no padrão de qualidade Bang.

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O espetacular Museu do Videogame
   Canal  Bang  │     21 de março de 2016   │     13:20  │  0

Invadimos o 🎮 Museu do videogame Itinerante no Parque Shopping Maceió e batemos um papo com nerds, geeks, gamers e seres interplanetários, mas se você não se enquadra em nenhuma dessas terminologias, não se preocupe! Pessoas normais desse planeta também estão andando a solta pelo museu.

E foi assim que descobrimos que a paixão por essas maquinas de diversão transcendem gerações, obviamente pessoas de todas as idades visitaram o evento nesse último final de semana, alguns para matar saudade, outros para conhecer os consoles da nova geração. Esse é sem dúvida um evento de grande valia para nosso estado e para cultura gamer, o Museu do Videogame fica em Maceió até dia 27 de março, torneios de games como Mortal Kombat, Street Fighter, PES e um concurso de cosplay devem acontecer até o fim de sua jornada.

Por tanto, fique ligado que as novidades você acompanha aqui! Em breve teremos mais vídeos de tudo que acontece no museu, acesse e se inscreva no nosso canal no Youtube clicando aqui, ou visite nosso blog dentro da gazetaweb.com

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Canal Bang fala sobre Capitão América: Guerra Civil.
   Canal  Bang  │     18 de março de 2016   │     12:17  │  0

Depois de nossa reação explosiva ao novo trailer de Capitão América: Guerra Civil, finalmente fizemos um programa para abordar o que vem por aí nesse combate entre super-heróis. De um lado o Homem de Ferro, do outro Capitão América, quem sairá vitorioso? O herói que quer registrar a identidade de seus iguais para trabalhar ao lado do governo ou aquele que quer protegê-la a todo custo?  Dia 28 de abril nós saberemos. Enquanto isso, fique com nosso programa e sabia o que queremos ver em Guerra Civil.

 

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O destruidor e novo trailer de X-Men: Apocalipse
   Canal  Bang  │       │     3:29  │  0

A Fox Film do Brasil divulgou o novo trailer do filme X-Men: Apocalipse, terceiro e mais novo filme da saga dos mutantes nas telonas.

Com cenas inéditas o trailer reforça o poder e aparente incapacidade de vencer o que é chamado de “deus” ao se referir ao vilão da trama: Apocalipse. Depois de milhares de anos em sono profundo, o titânico mutante acorda em nossa era decepcionado com o mundo,  recruta mutantes e da sequência a acontecimentos destruidores. Repleto de bons efeitos especiais   vemos mais cenas dos jovens mutantes comandados pelo Prof.Xavier combatendo os “cavaleiros do apocalipse” em meio a cenários de destruição. O tom do trailer dita a carga dramática e uma problemática imensa e desafiadora para os comandados por Xavier, e sim, sugere grandes reviravoltas e surpresas no enredo, se bom ou ruim, só o filme nos dirá.

Mais uma vez dirigido por Bryan Singer, o longa é estrelado por James McAvoy (Charles Xavier), Michael Fassbender (Magneto), Jennifer Lawrence (Mística), Nicholas Hoult (Fera), Rose Byrne (Moira), Alexandra Shipp (Tempestade), Sophie Turner (Jean Grey), Tye Sheridan (Ciclope), Lana Condor (Jubileu), Ben Hardy (Anjo/Arcanjo), Kodi Smit-McPhee (Noturno), Olivia Munn (Psylocke) e Oscar Isaacs (como o vilão Apocalipse). X-Men:

Apocalipse é por tanto, um dos filmes mais aguardados do ano, sua estreia está prevista para dia 19 de maio.

 

 

 

 

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Tá solta! Crítica de “A Bruxa”
   Canal  Bang  │     17 de março de 2016   │     12:26  │  0

A Bruxa de Blair não poderia estar mais orgulhosa já que outro grande sucesso do cinema de terror envolve bruxaria e ocultismo.

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A Bruxa em inglês (The Witch), filme este que teve sua estreia no Brasil dia 03/03 resgata o gênero terror, e tem dado muito o que falar. A crítica divide-se, mas, em sua maioria bate palmas nostálgicas para este que é tido como o mais novo sucesso do gênero terror no universo cinematográfico de 2016, remetendo aos filmes no qual sustos não são as principais atrações, mas sim a boa atuação misturada com um roteiro interessante, claro e que não deixa de lado o clima tenso e característico que paira no ar.

O longa conta a história de uma família camponesa que vive em uma comunidade rural na Nova Inglaterra no ano de 1630. Logo de inicio vemos a família de William (Ralph Ineson) e Katherine (Kate Dickie), por motivo de crenças religiosas, serem expulsos da comunidade no qual vivem, tendo assim que partir com seus 5 filhos para uma fazenda isolada que tem em sua volta uma floresta densa. A prole são: Thomasin a mais moça (Anya Taylor-Joy), o jovem Caleb (Harvey Scrimshaw), o pequenino Samuel, o bebê que aparece nos trailers, e os gêmeos Jonas (Lucas Dawson) e Mercy (Elli Grainger).

A grande trama se desenrola em volta do rapto do pequeno Samuel que deixa toda a família em dúvidas de quem é o sequestrador, o clima fica tenso e a desconfiança paira entre os membros da família, criando um clima tão denso que é quase possível cortá-lo no ar com uma faca. Esta estreia do diretor Robert Eggers foi exibida no Festival de Sundance 2015 e rendeu a ele o prêmio de melhor diretor de filme dramático americano. Eggers deixa sua marca e conquista a crítica deixando-a apreensiva por seu próximo trabalho.

O conjunto que o filme A Bruxa traz entre boas atuações, roteiro bem escrito, direção atenciosa e uma ambientação incrível faz deste filme um dos melhores do gênero de terror dos últimos tempos e merecendo nada mais e nada menos que nota 8 na escala Bang de qualidade. Não percam este filme que traz uma excelente obra dos filmes de terror para os cinemas! Indicação do Bang. Ficou com gostinho? Então convido você a apagar as luzes e no silêncio mais profundo de seu lar assistir ao trailer abaixo:

 

 

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Será que Deuses do Egito vale o papiro no qual foi escrito?
   Canal  Bang  │       │     12:23  │  0

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Com um elenco cheio de estrelas como: Brenton Thwaites, Gerard Butler, Nikolaj Coster-Waldau, Chadwick Boseman, Elodie Yung, Courtney Eaton, Rufus Sewell e Geoffrey Rush, uma premissa charmosa por tratar do Egito antigo, investimento de produção de US$ 140 milhões, valor que causa inveja em alguns filmes mais badalados e com um diretor que tem na bagagem filmes como: “O corvo”, “Eu, Robô” e “O Presságio”, o curta ”Book of Dreams: Welcome to Crateland” e por último, mas não menos importante, o vencedor dos prêmios Pegasus Audience Award, Bram Stoker Awards, Silver Scream Award e OFTA Film Award “Cidade das Sombras”. Nada poderia dar errado já que todos os elementos estavam favoráveis ao sucesso do filme ou será que não?

Pois bem, o enredo se passa em um Egito antigo alternativo no qual os Deuses egípcios vivem entre os homens, porém diferenciados por serem muito mais altos do que um ser humano comum, sangrarem ouro liquido (sim, é isto mesmo que você leu) e possuem habilidades extraordinárias que incluem transformar-se em versões metálicas de animais gigantes que mais parecem um plágio aos “Transformers” ou aos Megazordes da série Power Rangers. Dito isso a história se desenrola em volta de Bek (Brenton Thwaites) um ladrão mortal e sua amada Zaya (Courtney Eaton), devota ao Deus Hórus (Nikolaj Coster-Waldau), que ao comparecerem a coroação de Hórus como novo rei no lugar de seu pai Osíris (Bryan Brown), observam esta ser interrompida pelo irmão de Osíris, o Deus Set (Gerard Butler), o qual através de violência toma a coroa para si, matando neste processo Osíris e arrancando os dois olhos de Hórus, instaurando assim seu reinado de terror e tirania.

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Nosso herói Bek, influenciado por Zaya, entra em uma missão suicida para ajudar Hórus a recuperar o trono, e para isso consegue recuperar um dos olhos de Hórus, o roubando dos cofres de Set. Como toda ação vem a um custo, Zaya é ferida na fuga e morre, sendo levada ao submundo enquanto aguarda ser julgada digna ou não de receber a imortalidade. Bek inconformado com a morte de sua esposa continua em sua busca por Hórus, agora não só para ajudá-lo a recuperar o trono, mas também para pedir ajuda para trazer sua esposa de volta ao mundo dos vivos.

A trama se desenrola a partir desse ponto de maneira muito estranha e de forma forçada, Gerard Butler ainda se esforça para trazer o melhor de sua atuação, mas infelizmente é um esforço em vão. Os diálogos mal escritos misturados com a falta de carisma e entrosamento dos personagens tornam este filme um teste de resistência para o espectador, nem os efeitos visuais que misturam os muito bem feitos com outros que parecem ter sido feitos às pressas conseguem entregar a qualidade desejada. No apogeu do filme o momento que poderia mudar o rumo desta produção, ou seja, o final da trama, simplesmente ofende a qualquer viva alma que pagou seu ingresso para assisti-lo.

Infelizmente podemos ver aqui que grandes estrelas e muito dinheiro em uma produção nem sempre são sinônimos de sucesso. “Deuses do Egito” falha em entregar um produto final de qualidade e digno do seu elenco e diretor, por isso ele leva apenas 3 pontos na escala Bang de qualidade.

E ficamos por aqui com está critica um tanto quanto triste à Deuses do Egito por não ter alcançado a expectativa que depositávamos nesta produção. Não se esqueçam de conferir o vídeo do Bang no qual abordamos uma briga que vai dar o que falar “Batman VS Super-Homem: A Origem da Justiça” e siga-nos em nossas redes sociais.

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Vilões e Teorias, Batman vs Superman: A Origem da Justiça
   Canal  Bang  │     16 de março de 2016   │     2:10  │  0

Nerds, Geeks,  Freaks e todos que nos seguem! Eis que chega a hora de falarmos um pouco de “Batman vs Superman: Dawn Of Justice”. Teorias, vilões e muito mais sobre este que promete ser um dos maiores filmes da Warner Bros / DC Comics.

 

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Capitão América: Guerra Civil – Trailer 2 (Reação)
      │     12 de março de 2016   │     13:57  │  2

Na companhia do novíssimo trailer de CAPITÃO AMÉRICA: GUERRA CIVIL, o canal Bang não poderia deixar de mostrar as nossas reações a este incrível trailer cheio de cenas novas e com uma aparição épica do cabeça de teia.

Confira!

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