Independence Day: O Ressurgimento | Crítica
   Canal  Bang  │     30 de junho de 2016   │     18:17  │  2

160739

Na última semana, chegou aos cinemas Independence Day: O Ressurgimento, a continuação do clássico Independence Day de 1996, estrelado por Will Smith, Jeff Goldblum, Bill Pullman e variado elenco, que retrata uma grande invasão alienígena à Terra em pleno 4 de julho, dia da independência dos Estados Unidos.

A sequência, em exibição nas telonas exatamente vinte anos depois, chega com o objetivo de honrar o legado do filme original em respeito aos fãs e ao mesmo tempo aproveitar da tecnologia atual – muitíssimo mais avançada que a dos anos 90 – para promover um espetáculo audiovisual, atraindo ainda mais admiradores.

Em Independence Day: O Ressurgimento, os aliens retornam coincidentemente vinte anos depois da primeira invasão a um planeta Terra muito mais evoluído, que conseguiu combinar sua tecnologia com a tecnologia alien deixada em nosso território em 1996. Porém, apesar do amplo domínio da tecnologia alienígena, isso não é o suficiente para contê-los novamente.

maxresdefault-26

Embora muito já tenha acontecido no universo de Independence Day, a sequência não se preocupa em ambientar o espectador comum no contexto histórico de cada personagem. Os acontecimentos passados são citados levemente em diálogos entre os personagens nos primeiros minutos de filme e fica por aí. Desde o início da trama, não há um esmero em explorar os arcos pessoais e esse erro afeta demasiadamente o desenrolar da história.

Dessa vez sem Will Smith no papel do Capitão Steve Hiller, o novo Independence Day abre mais espaço para David Levinson (Jeff Goldblum), que era um operador de TV a cabo no primeiro filme, e esse impressionantemente é um dos triunfos da obra. É evidente que os fãs ficaram chateados pela ausência de Steve Hiller, porém sua imagem heróica é honrada em diversas cenas do longa e também na presença de seu enteado Dylan Hiller (Jessie T. Usher) no núcleo principal da trama.

Com mais espaço, Jeff Goldblum mostra sua clara evolução em atuação dos anos 90 para cá, atingindo agora um novo patamar assim como o seu personagem, que agora é líder da Earth Space Defense (ESD), um grande programa interplanetário com bases em Marte, na Lua e na famosa Área 51. Outro veterano que, apesar da pequena participação, também rouba a cena é Bill Pullman que retorna ao papel de ex-presidente dos Estados Unidos.

Os “novatos” Liam Hermsworth, Maika Monroe e Travis Tope cumprem sua função na trama mas não surpreendem mais por falhas no roteiro do que por conta da própria atuação. O filme, como citado anteriormente, não se preocupa em humanizar esses personagens para que haja uma aproximação com o público, eles são colocados na trama simplesmente como peças de suporte aos veteranos, que também foram afetados pelo roteiro mas que ainda conseguem manter seus personagens na linha pela bagagem.

p8emjblacm1lmc6visvz

O maior destaque do filme sem dúvidas é para os efeitos especiais, tanto na construção de grandes naves e cidades como na retratação dos alienígenas. Uma obra que promete uma invasão em massa à Terra deve ao mínimo fazer com que toda a destruição e caos pareça verídica e Independence Day: O Ressurgimento entrega tudo isso e muito mais ao espectador.

Porém, não adianta criar uma epopéia visual se não há uma valorização necessária da trama e do desenvolvimento dos personagens, por isso o filme ganha 6.0 no selo Bang de qualidade.

Por: Equipe Bang / Gustavo Gobbi

 

>Link  

COMENTÁRIOS
2

A área de comentários visa promover um debate sobre o assunto tratado na matéria. Comentários com tons ofensivos, preconceituosos e que que firam a ética e a moral não serão liberados.

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do blogueiro.

  1. GYNGONET

    realmente ficou uma espécie de lixo o filme ! a parte em que a raínha dos eliens corre pelo deserto praticamente só!(raínha ou rei nenhum/algum sairia só) ainda mais sem proteção das tradicionais naves(pilotadas por aliens é claro! e não voando sozinhas) teve uma cena em que foi falado que uma raínha jamais havia sido morta por outras raças kkkkk pela lógica o diretor deveria bolar outro fim para ela com muiiiitas dificuldades para chegar até a mesma ! com muita cena de guerra e extratégias( pois como citado no exemplo acima do inicio,ela jamais iria se expor em uma guerra sem proteção alguma de seus suditos) “os mínimos detalhes que condenam uma obra” aí que entendemos os pontos que faltaram! os eliens soldados indo a guerra a mando da raínha para capturar aqula “especie de nave computador híbrido” que se tora aliado dos humanos.
    tipo! no filme anterior a batalha aérea foi épica! caças e estas naves! nesse novo filme pela lógica isso seria mais intenso mas porém foi o contrário! ocorreu muitas falações inúteis de alguns personagens! se nos formos besear pela historia anterior. A criatividade para elaborar algumas de cenas foi sem duvidas perfeito porém em alguns pontos foi exagero demais!
    o público crítico em tecnologia real e cinematográfica concorda que faltou mais em alguns pontos e menos em outro! tipo aquela parte e bizarra que que a nave nem chegou a disparar sua arma central principal de plasma/ou energia e a cidade já desapareceu apenas com sua aproximação!(deveria ser melhor elaborado pela logica)
    esperávamos uma longa e emocionante batalha aérea pelo globo terrestre! entre meios os prédios e edifícios e canyons ou tropas terráqueas enfrentando em solo os aliens! com senas dentro de prédios,florestas e no meio das grades cidade ,EXEMPLO de TRANSFORMES hehehe ! assim seria exposto os detalhes dos armamentos aliens ou da terra!
    faltou uma melhor exposição das tecnogias sendo exploradas ,mostradas ou demonstradas em cenas para causar aquele clima de suspense antes das cenas principais.
    sem falar que o disign das naves inimigas foram completamente modificadas sem passagens disendo a respeito disso ( prefiro as antigas)
    mas assim mesmo! todas as obras precisam primeiro serem criticadas para sofrerem melhoras,atualizações ou modificações positivas com base nas críticas!

    Reply

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *