Rogue One: Uma História Star Wars | Crítica – Canal Bang
   Canal  Bang  │     16 de dezembro de 2016   │     9:33  │  0

E, de repente, o futuro abala o passado e 1977 muda! Se o Filme Star Wars Uma Nova Esperança já era bom, se já começa com toda aquela trama, imagina agora depois de tudo que acabamos de ver em Rogue One: Uma História Star Wars?

No filme temos Jyn Erso (Felicity Jones) como protagonista, filha de Galen Erso (Mads Mikkelsen) o cara responsável pela construção da Estrela da Morte. Sabendo do erro que estava cometendo e forçado a finalizar a arma de destruição planetária do Império Galáctico, Galen deixa um ponto fraco em seu projeto onde, quem conseguir acessá-lo, saberá como destruir essa terrível arma. Porém, Jyn é a chave para que a Rebelião consiga resgatar esses dados e dessa forma ajudar a Rebelião a alcançar o objetivo.

Encontrada e resgatada, nossa protagonista junta-se à uma equipe e embarca nessa aventura suicida em busca do que o seu pai deixou. Cada um do Esquadrão Rogue One tem suas peculiaridades, desde o engraçado K-2SO, o droid responsável pela maior parte do alívio cômico, até Chirrut Imwe (Donnie Yen) o homem de fé do grupo, que não nos deixa esquecer que a Força sempre está entre nós. Mas é o Capitão Cassian Andor (Diego Luna) e acaba sendo o par de Jyn no desenrolar da Guerra.

Interpretado pelo astro Don Yen, O Monge “Chirrut” tem participação bastante expressiva no filme.

Saw Gerrera (Forest Whitaker) o amigo da família Erso e cuidador de Jyn por um tempo, foi um personagem pouco abordado, porém, de grande valia. Sua luta pela causa Rebelde vai muito além de só se rebelar.

A aparição de vários personagens já conhecidos é um show à parte, desde aqueles mais famosos como  Mon Mothma, ex-senadora republicana, e a suprema comandante da Aliança Rebelde como o carinha que teve o braço decepado por Obi-Wan na cantina Mos Eisley. O retorno de alguns personagens se deu através de computação gráfica, isso mesmo, veremos personagens voltando à vida dessa forma, como é o caso do Grande Moff Tarkin.

Tecnologia e efeitos visuais incríveis trouxeram de volta a vida o ator Peter Cushing no papel do Almirante Tarkin. Impressiontante!

Vader is back! E voltou com tudo, destruidor e assustador, sendo ele mesmo.

Mas nada emociona tanto quanto a aparição de Darth Vader, o maior vilão da história do cinema.

Rogue One não é um filme como os outros da franquia Star Wars. Perdas são constantes, não se faz guerra de outra forma, mesmo você gostando de cada personagem, não espere que todos tenham um final feliz.

A trilha sonora de Michael Giacchino ficou à altura do sucesso de John Williams, trazendo boas lembranças e sentimentos nostálgicos.

Quando a Disney comprou a Lucasfilm por 4 Bilhões de dólares ficamos pensando no que ela poderia fazer dali pra frente com esse maravilhoso universo que todos nós amamos. Começou desconsiderando a maioria das obras do universo expandido, mudou aqui e ali e, hoje, com Star Wars Rebels, O Despertar da Força e agora Rogue One, não há sombra de dúvidas que o caminho está sendo traçado da melhor forma possível.

O termo Spin-off já não se encaixa mais com o que foi proposto, a partir de agora podemos considerar Rogue One como o Star Wars episódio 3.9. Isso mesmo, um filme ligado diretamente ao episódio 4 e que nos faz acreditar que mesmo sem um Jedi de peso, a Força sempre será a chave para acreditar que a esperança nunca morrerá.

Por tudo que foi entregue aos fãs, roteiro, direção, efeitos visuais, trilha sonora e tudo mais, não temos outra nota para dar a este incrível blockbuster.

NOTA: 10 no padrão BANG de qualidade!

Jyn Erso (Felicity Jones) e o inusitado dróide K2-SO.

Por Rafael Bezerra / Equipe Bang

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