O Chamado 3| Crítica
   Canal  Bang  │     2 de fevereiro de 2017   │     21:08  │  0

Ring… ring… ring… Doze anos se passaram e, novamente, o nosso psicológico recebe a chamada “desconhecida” que nos trazem lembranças de filmes de Hitchcock e a sonoridade de “O Iluminado”.

Nos primeiros minutos, somos mergulhados em uma velocidade de tirar o fôlego e, segundos depois, voltamos a respirar com lentidão, mostrando que o filme renasceu com cortes mais impactantes, fotografia em um degradê de cores que varia entre o mais tênue da claridade a uma saturação esverdeada e tons azulados. É desse jeito que selam um roteiro instigante cheio de quebra-cabeças, sem nem ao menos lhe dar 7 minutos para pensar em sair da sala do cinema.

Somos colocados diante de novas peças do jogo de Samara através da experiência feita pelo Professor Gabriel (Johnny Galecki), onde este utiliza da tecnologia e da justificativa de que a vida não acaba na morte, para atrair novas vítimas que são chamadas neste novo longa metragem de “seguidores”. O VHS é  deixado de lado e, em segundos, cópias do vídeo angustiante da vida de Samara são viralisados.

Nesta teia cibernética, o casal Julia (Matilda Lutz) e Holt (Alex Roe) são transportados para este universo, onde o óbvio se torna obscuro e um novo vídeo surge para preencher as lacunas deixadas pelos filmes anteriores. O diretor F. Javier Gutiérrez conseguiu melhorar o inacabado, sem deixar a trama no fundo do poço.

Nota final: 8,5

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Por Letícia Amorim / Equipe Bang

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