CRÍTICA | POWER RANGERS
   Canal  Bang  │     24 de março de 2017   │     12:42  │  0

Power Rangers têm a força, Power Rangers são heróis! Isso mesmo meus amigos, eles são heróis e voltaram trazendo algumas poucas lembranças dos anos 90, nostalgia para os mais velhos e uma nova equipe de super-heróis para a nova geração.

Voltando uma década atrás, um fenômeno que tomou conta das TVs nos anos 80 foi a febre dos Tokusatsus, os super-heróis japoneses. Quem não se lembra de Jaspion, Changeman, Flashman, Jiraya, Jiban, Lion Man, KamenRaider, entre outros? Inspirados nesses, no início dos anos 90, conhecemos os Power Rangers, série do gênero produzida nos EUA.

A série original teve várias equipes e nomes diferentes, MightyMorphin Power Rangers, a clássica, Zeo, Turbo, No Espaço, Força do Tempo, Força Animal, Tempestade Ninja, etc, etc….

Na nova história, temos um novo grupo de cinco pessoas, moradores da cidade mais atacada do planeta por seres terríveis, Alameda Dos Anjos. Jason (Dacre Montgomery) era o herói da cidade e jogador de futebol americano com um futuro brilhante pela frente, que joga tudo fora devido a um comportamento errático. Kimberly (Naomi Scott) é a menina popular do colégio. Billy (RJ Cyler), um gênio autista. Zack (LudiLin) não gosta de estudar e cuida da mãe que tem uma grave doença. E Trini (Becky G.) é a rebelde da turma.

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Antes de tudo, é explicado o que aconteceu no passado, na Era Cenozoica, para que se tenha o ponto de partida. Voltando para os dias atuais, o modo como os cinco jovens se conhecem é bem forçado, todos estão no mesmo lugar para que a grande descoberta aconteça, sendo que o local é bem isolado, uma coincidência quase impossível. Após esse encontro, boa parte do filme fica com o treinamento e as várias tentativas para que alcancem a capacidade de morfar, e isso demora muito, muito mesmo e quando começa a cansar, eis que surge o momento mais nostálgico e a ação de verdade começa.

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Os efeitos são simples, não são dos piores, mas não chega a ser como as cenas de ação dos filmes da Marvel, por exemplo. As cenas de ação não são lá essas coisas, mas estão no nível do filme. Algumas músicas usadas são conhecidas e outras com versões novas, não conseguem  deixar uma marca.

O Megazord é um tanto quanto curioso, como não vemos a sua montagem, é difícil acreditar que aqueles cinco zords formaram aquele robô gigantesco.

O desenrolar final se passa muito rápido, os vilões não são uma ameaça tão perigosa, o maior problema é a novidade entre os Rangers, como fazer e o que se deve se fazer. Caso eles voltem às telonas, terão uma chance de mostrar um ótimo filme. Por ora, divertiu.

Nota Bang de Qualidade: 7,0

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Por Rafael Bezerra / Equipe Bang

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