Vingadores: Guerra Infinita | Crítica
   Canal  Bang  │     26 de abril de 2018   │     18:45  │  0

Tudo começou, em 2008, quando a Marvel Studios produziu o primeiro filme solo do Homem de Ferro, depois disso vieram os projetos solos do Hulk, Thor e Capitão América. Em 2012 a Marvel uniu todos esses personagens ao lado da Viúva Negra e do Gavião Arqueiro e produziram o filme “Os Vingadores“. Na cena extra deste longa o Titã Louco, Thanos, aparece e dali ficou a esperança de que um projeto baseado na saga “Desafio Infinito” seria produzido. A saga Desafio Infinito foi lançada pela Abril Jovem em 1995, foi roteirizada por Jim Starlin e as artes foram feitas por Ron Lim e George Perez. O Titã usa a manopla para quase exterminar todo o Universo, tantos os super-heróis quanto seres cósmicos. As entidades cósmicas Lorde Caos, Mestre Ordem, Galactus, Estranho, Amor, Ódio, o Tribunal Vivo, os Celestiais e a Eternidade aceitam ajudar Adam Warlock e os heróis a deter Thanos. Depois de três anos após o lançamento do primeiro filme da franquia Vingadores, em 2015, veio o segundo longa chamado “Vingadores: Era de Ultron“. Os maiores heróis da Terra ganharam novos membros na equipe: Visão, Feiticeira Escarlate, Mercúrio e o conhecido Máquina de Combate.

Por muito tempo esta produção vinha sendo cogitada como o maior filme de super-heróis de todos os tempos. Tudo isso pelo que a Marvel conquistou nesses 10 anos. As informações foram guardadas a 7 chaves e nem mesmo os atores tiveram acesso ao roteiro. O longa conta com mais de 20 heróis. São tantos protagonistas que alguns personagens se tornam coadjuvantes. Mesmo com essa reunião de heróis Joe Russo e Anthony Russo, diretores do projeto, focaram com maestria nos grupos de heróis com a mesma ênfase que fizeram em “Capitão América: Guerra Civil“, com um número bem maior de personagens. O desenvolvimento pessoal e emocional de cada herói nesta trama é fascinante, alguns benfeitores foram mais explorados nesta aventura do que em seus próprios filmes individuais e tiraram aplausos e gritos dos espectadores. A interação entre os personagens desconhecidos gerou uma pequena dose de humor e a forma como eles tornam-se aliados foi bem executada pelo roteiro feito por Christopher Markus e Stephen Mcfelly.

A trama desta aventura gira em torno de Thanos, vilão do filme, que está atrás das seis Joias do Infinito para realizar seu insano desejo que é desintegrar metade do universo. O Titã Louco se tornou o maior vilão do MCU. Com uma atuação sensacional do ator Josh Brolin vemos um antagonista que impõe respeito e é impiedoso, e que usa frases marcantes para humilhar e intimidar seus oponentes. No entanto, o lado emocional do antagonista também é bem explorado no filme. Por outro lado, a Ordem Negra, filhos de Thanos, não foi bem apresentada ao público que não leu os clássicos quadrinhos e faltou ser melhor explorada.

Os Irmãos Russo, diretores do longa, nos entregaram uma produção com um tom sério, sombrio, com emoção e com o alívio cômico nas horas exatas e momentos certos, com excelentes cenas de lutas bem coreografadas e que lhe deixam apreensivo e emocionado em algumas situações. Stephen Mcfelly Christopher Markus assinaram um bom roteiro, mesmo com pequenas falhas não abalou a estrutura da história. O icônico Alan Silvestri compôs uma trilha sonora sinistra com coros vocais e que alguns momentos cruciais da trama, que contribuem para o clima épico e dramático do filme. “Vingadores: Guerra Infinita” ainda não pode ser considerada a cereja do bolo, pois, ano que vem virá “Vingadores 4“. Mas esta é uma produção que você irá ficar apreensivo, sorrir, chorar, gritar e te deixar ansioso para o próximo longa. “Vingadores: Guerra Infinita” é um filme que vale a pena ser visto diversas vezes.

Nota Bang de qualidade: 9,5

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Por Jorge Fossati / Equipe Bang

 

 

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