Deadpool 2 | Crítica
   Canal  Bang  │     18 de maio de 2018   │     0:36  │  0

O primeiro filme de Deadpool seguiu à risca o que as HQs do mercenário têm de mais forte no ramo dos quadrinhos. O longa chegou aos cinemas, causando um grande impacto pelo fator surpresa. A continuação, Deadpool 2, tenta se manter focada no que deu certo no primeiro filme, principalmente, nas piadas e nas referências. Deadpool 2 acaba funcionando como uma continuação direta dos eventos de Deadpool, estabelecendo, ainda mais, o personagem no gênero cômico do cinema.

A história acompanha Deadpool (Ryan Reynolds) e sua escolha de salvar o garoto mutante Russell de Cable (Josh Brolin), que vem do futuro para eliminar o rapaz, antes que ele se torne uma ameaça (Isso mesmo! Como em O Exterminador do Futuro!). Ao mesmo tempo, o anti-herói tem sua própria jornada espiritual, aprendendo a lidar com algumas perdas e com a vontade de construir uma família.

A narrativa traz surpreendentes contornos emocionais para o personagem, que parece querer superar, de forma impossível, o dramático Logan. Claro, o longa-metragem faz muitas referências a outros produtos da cultura pop – nem o Lanterna Verde conseguiu escapar. Devido a essas referências, o destaque de Deadpool 2 fica com as participações especiais, extremamente, inusitadas e com a trilha sonora, conseguindo entregar muita emoção e tirar boas risadas do público com certa facilidade. Reynolds e Brolin são convincentes em seus papéis, mas o foco fica para Dominó (Zazie Beets) que, apesar de ter um poder que não convence inicialmente, é responsável por algumas das melhores cenas de ação do longa.

O filme também torna-se interessante, pois os trailers não entregaram quase nada das piadas e das referências (e o que foi passado, foi alterado para aumentar ainda mais a comicidade do longa). As sequências de ação são bem coreografadas, apesar dos efeitos especiais deixarem muito a desejar. O ponto negativo vem para a animação, é notável a percepção das falhas nos personagens, que dependiam inteiramente do CGI. E fora do contexto das HQs não é um filme que brilha tanto assim, mas é preciso coragem para manter a originalidade dentro de um lançamento que ocorreu poucos dias, após Guerra Infinita chegar aos cinemas.

Deixando de lado os pontos negativos, é possível dar boas risadas e curtir bastante as referências. No fim, Deadpool 2 é um bom filme para quem está mergulhado neste universo dos heróis no cinema e acompanha os enredos de cada um deles com afinco.

Nota Bang de qualidade: 8,0

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Por Moezio Vasconcellos / Equipe Bang

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