Megatubarão | Crítica
   Canal  Bang  │     11 de agosto de 2018   │     11:15  │  0

O roteiro foi assinado por por Jon HoeberDean Georgaris e Eric Hoeber e é baseado na série de livros “Meg”, do escritor Steven Alten, tendo a direção
Jon Turteltaub. No elenco temos Jason Statham, Bingbing Li, Rainn Wilson, Ruby Rose, Winston ChaoPage KennedyJessica McNameeÓlafur Darri Ólafsson entre outros secundários.

Em 1975 Steven Spielberg atraiu espectadores com o explosivo “Tubarão”, um dos maiores suspenses do cinema. Durante o passar dos anos surgiram projetos tentando repetir o sucesso de Spielberg. Nos últimos anos ficamos escassos de longas com tubarões antagonistas. Com este novo clássico, o esquema foi diferente. Desde as primeiras imagens divulgadas já tinha causado impacto pela dimensão da criatura marinha, frases de efeito e o manancial de cenas exageradas.

A trama de “Megatubarão” é o encontro dos humanos contemporâneos com o maior tubarão de todos os tempos. Onde o bilionário Rainn Wilson investe numa expedição submarina com desejos de encontrar o novo ponto mais profundo do planeta. Após uma falha da equipe, o mergulhador especializado em resgates submarinos, Jonas Taylor (Jason Statham), é recrutado para salvar a tripulação. Taylor estava desacreditado e isolado do mundo após um de seus resgates ter falhado.

O primeiro ato da produção é bastante interessante, rendendo bons sustos e o bom velho clichê que retarda a aparição do monstro marinho, o que deixou o segundo ato um pouco cansativo e longo. Quando a criatura é apresentada vemos um CGI bastante competente, o que é bastante relevante para este tipo de filme. Por fim, no terceiro ato, aparece os pecados do projeto O roteiro e o diretor optam por deixar de lado o tom mais realista e optam por colocar cenas onde um ser humano consegue fazer coisas que só são críveis nos universos dos super-heróis. Mesmo diante disso, o brilho da produção continua.

O longa contém cenas de ação que ajudam a criar um clima de suspense e tensão. A trilha sonora composta por Harry Gregson-Williams cria a atmosfera de que o perigo está sempre se aproximando. O roteiro do trio Jon Hoeber, Dean Georgaris e Eric Hoeber é bem dividido, com seus pontos fixos. Há o protagonista bonzinho, a cientista, a criança em apuros, cenas esperadas e o alívio cômico. “Megatubarão” “É um filme B” com orçamento grandioso, tornando-o memorável ou algo próximo. Jon Turteltaub nos entrega belas cenas de ação, bons sustos, bastante tensão e umas boas risadas.

Nota Bang de qualidade: 8,5

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Por Jorge Fossati / Equipe Bang

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