Venom | Crítica
   Canal  Bang  │     8 de outubro de 2018   │     20:26  │  0

Atenção possíveis SPOILERS abaixo!

O benefício de adaptar qualquer propriedade intelectual existente para a tela do cinema, é que os estúdios sempre sabem que existe uma grande audiência esperando ansiosamente para assistir/consumir ($$$) o produto. Seja o material adaptado de um livro, um videogame ou até mesmo de uma linha de brinquedos, a lógica é simples e direta: “se alguém gostou de uma história em seu meio original, provavelmente ficará curiosa o suficiente sobre uma versão do filme”. E isto também é verdade no que diz respeito as histórias em quadrinhos. Os roteiristas precisam apenas fazer uma referência a um determinado enredo em seu roteiro ou adicionar uma cena pós-créditos de um vilão aclamado dos fãs, e bingo! Na maioria das vezes, as pessoas que amam a propriedade original respondem de forma positiva à adaptação.

Mas para um filme de grande orçamento ter sucesso, ele também tem que funcionar para todos os outros, o grande público e não apenas para os superfãs. E é aí que o Venom de Ruben Fleischer tem sérios problemas. O filme é um verdadeiro acidente de trem, uma bagunça cinematográfica, com roteiro fraco e atuações medianas, misturando e combinando tons descontroladamente dissonantes, invenções de enredos bizarros e uma “performance” de direção verdadeiramente única. O longa está cheio de momentos estranhos em cenas mal dirigidas, em alguns momentos lembra os filmes de super-heróis dos anos 90.

Tom Hardy interpreta Eddie Brock, um jornalista investigativo com seu próprio programa de TV dedicado a derrubar os poderes corporativos malignos. Um dia, Eddie é designado para fazer um artigo sobre a ‘The Life Foundation’. Por outro lado, Dr. Carlton Drake (Riz Ahmed), é um magnata da tecnologia e megalomaníaco, que acredita que a extinção da raça humana é uma questão de tempo. Anne Weying (Michelle Williams) é a noiva de Brock e trabalha em um escritório de advocacia que representa a fundação de Drake. Tudo parece correr bem até Eddie invadir o computador da noiva para encontrar provas incriminatórias e depois fazer uma pegadinha em sua entrevista com Carlton Drake.

Como resultado, a vida de Eddie vira de ponta cabeça: Anne o deixa, ele perde o emprego e, seis meses depois, ele está reduzido a procurar um emprego de lavador de pratos. É aí que a Dra. Dora Skirth (Jenny Slate) se aproxima dele para explicar que ela trabalha para Drake, e que ele tem feito experiências de seres humanos com formas de vida alienígena, os chamado “simbiontes”. Desesperado, Eddie resolve investigar, e é infectado por um simbionte que eventualmente se apresenta a ele como Venom.

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Por Thales Hill Equipe Bang

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