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CRÍTICA | GUARDIÕES DA GALÁXIA
   Canal  Bang  │     27 de abril de 2017   │     12:35  │  0

A Galáxia continua protegida pelos nossos recentes amados Guardiões da Galáxia. Em seu volume 2, mais uma vez, o diretor acerta a mão e temos um bom filme cheio de efeitos especiais maravilhosos e o humor bem colocado para todos os tipos de públicos.

Ao contrário do primeiro filme, dessa vez não temos supervilões gigantes indestrutíveis, a história traz você para mais próximo da vida pessoal dos personagens. A equipe se divide em duas, em boa parte do filme, enquanto uma parte vai resolver uma questão “familiar”, a outra precisa ficar e acaba entrando em uma fria com a chegada de um antigo conhecido dos Guardiões.

O filme tem sua beleza visual inquestionável, porém, apesar de ser um bom filme, não empolgou tanto como no volume 1, talvez pela trama ou até mesmo pela surpresa que foi o primeiro filme. Guardiões da Galáxia funciona dentro da proposta. Em certo momento, o longa engata uma carga dramática, que se ajusta dentro da história, trazendo um equilíbrio entre humor e drama.

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Um outro ponto que ficou abaixo do primeiro é sua trilha sonora, apesar de ser muito boa, não é tão incrível quanto à primeira. Eu saí do filme ainda com a música “Come and Get Your Love” na cabeça (Juro!).

A partir de agora, vou citar situações curiosas com spoilers violentos, que a meu ver, são de certa forma, muito interessantes:

Stan Lee – Sua aparição dessa vez chamou muito a atenção, pois ele não vem sozinho, o vemos com Os Vigias, raça alienígena, poderosa, que observam eventos que ocorrem no universo e os registram.

Nebul ou Nebulosa – Sua aproximação com a irmã e as suas explicações sobre como seu pai, o poderoso Thanos, a tratava, faz com que o público comece a gostar da personagem.

Stallone e seu papel – Muitas pessoas não esperavam pela aparição do nosso eterno Rocky Balboa, no filme da Marvel. Stallone interpreta o personagem Stakar Ogord, ele aparece bem diferente dos quadrinhos.

Mantis e Drax – A ingênua Mantis tinha tudo para passar despercebida, porém  ao encontrar o sincero Drax, a história muda de figura e por várias vezes a dupla faz o público cair na gargalhada.

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Cenas Pós-créditos – Uma das cinco cenas pós-créditos (isso mesmo, o filme tem cinco cenas pós-créditos), mostra um casulo fechado e Ayesha, uma das vilãs, diz que está criando uma arma para se vingar dos Guardiões da Galáxia, ela diz simplesmente que vai dar o nome de “Adam”. Adam Warlock é um personagem que tem muita importância na saga da Guerra do Infinito.

Bom, é isso aí…

Nota Bang de qualidade: 8

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Por Rafael Bezerra / Equipe Bang

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O Chamado 3| Crítica
   Canal  Bang  │     2 de fevereiro de 2017   │     21:08  │  0

Ring… ring… ring… Doze anos se passaram e, novamente, o nosso psicológico recebe a chamada “desconhecida” que nos trazem lembranças de filmes de Hitchcock e a sonoridade de “O Iluminado”.

Nos primeiros minutos, somos mergulhados em uma velocidade de tirar o fôlego e, segundos depois, voltamos a respirar com lentidão, mostrando que o filme renasceu com cortes mais impactantes, fotografia em um degradê de cores que varia entre o mais tênue da claridade a uma saturação esverdeada e tons azulados. É desse jeito que selam um roteiro instigante cheio de quebra-cabeças, sem nem ao menos lhe dar 7 minutos para pensar em sair da sala do cinema.

Somos colocados diante de novas peças do jogo de Samara através da experiência feita pelo Professor Gabriel (Johnny Galecki), onde este utiliza da tecnologia e da justificativa de que a vida não acaba na morte, para atrair novas vítimas que são chamadas neste novo longa metragem de “seguidores”. O VHS é  deixado de lado e, em segundos, cópias do vídeo angustiante da vida de Samara são viralisados.

Nesta teia cibernética, o casal Julia (Matilda Lutz) e Holt (Alex Roe) são transportados para este universo, onde o óbvio se torna obscuro e um novo vídeo surge para preencher as lacunas deixadas pelos filmes anteriores. O diretor F. Javier Gutiérrez conseguiu melhorar o inacabado, sem deixar a trama no fundo do poço.

Nota final: 8,5

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Por Letícia Amorim / Equipe Bang

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Rogue One: Uma História Star Wars | Crítica – Canal Bang
   Canal  Bang  │     16 de dezembro de 2016   │     9:33  │  0

E, de repente, o futuro abala o passado e 1977 muda! Se o Filme Star Wars Uma Nova Esperança já era bom, se já começa com toda aquela trama, imagina agora depois de tudo que acabamos de ver em Rogue One: Uma História Star Wars?

No filme temos Jyn Erso (Felicity Jones) como protagonista, filha de Galen Erso (Mads Mikkelsen) o cara responsável pela construção da Estrela da Morte. Sabendo do erro que estava cometendo e forçado a finalizar a arma de destruição planetária do Império Galáctico, Galen deixa um ponto fraco em seu projeto onde, quem conseguir acessá-lo, saberá como destruir essa terrível arma. Porém, Jyn é a chave para que a Rebelião consiga resgatar esses dados e dessa forma ajudar a Rebelião a alcançar o objetivo.

Encontrada e resgatada, nossa protagonista junta-se à uma equipe e embarca nessa aventura suicida em busca do que o seu pai deixou. Cada um do Esquadrão Rogue One tem suas peculiaridades, desde o engraçado K-2SO, o droid responsável pela maior parte do alívio cômico, até Chirrut Imwe (Donnie Yen) o homem de fé do grupo, que não nos deixa esquecer que a Força sempre está entre nós. Mas é o Capitão Cassian Andor (Diego Luna) e acaba sendo o par de Jyn no desenrolar da Guerra.

Interpretado pelo astro Don Yen, O Monge “Chirrut” tem participação bastante expressiva no filme.

Saw Gerrera (Forest Whitaker) o amigo da família Erso e cuidador de Jyn por um tempo, foi um personagem pouco abordado, porém, de grande valia. Sua luta pela causa Rebelde vai muito além de só se rebelar.

A aparição de vários personagens já conhecidos é um show à parte, desde aqueles mais famosos como  Mon Mothma, ex-senadora republicana, e a suprema comandante da Aliança Rebelde como o carinha que teve o braço decepado por Obi-Wan na cantina Mos Eisley. O retorno de alguns personagens se deu através de computação gráfica, isso mesmo, veremos personagens voltando à vida dessa forma, como é o caso do Grande Moff Tarkin.

Tecnologia e efeitos visuais incríveis trouxeram de volta a vida o ator Peter Cushing no papel do Almirante Tarkin. Impressiontante!

Vader is back! E voltou com tudo, destruidor e assustador, sendo ele mesmo.

Mas nada emociona tanto quanto a aparição de Darth Vader, o maior vilão da história do cinema.

Rogue One não é um filme como os outros da franquia Star Wars. Perdas são constantes, não se faz guerra de outra forma, mesmo você gostando de cada personagem, não espere que todos tenham um final feliz.

A trilha sonora de Michael Giacchino ficou à altura do sucesso de John Williams, trazendo boas lembranças e sentimentos nostálgicos.

Quando a Disney comprou a Lucasfilm por 4 Bilhões de dólares ficamos pensando no que ela poderia fazer dali pra frente com esse maravilhoso universo que todos nós amamos. Começou desconsiderando a maioria das obras do universo expandido, mudou aqui e ali e, hoje, com Star Wars Rebels, O Despertar da Força e agora Rogue One, não há sombra de dúvidas que o caminho está sendo traçado da melhor forma possível.

O termo Spin-off já não se encaixa mais com o que foi proposto, a partir de agora podemos considerar Rogue One como o Star Wars episódio 3.9. Isso mesmo, um filme ligado diretamente ao episódio 4 e que nos faz acreditar que mesmo sem um Jedi de peso, a Força sempre será a chave para acreditar que a esperança nunca morrerá.

Por tudo que foi entregue aos fãs, roteiro, direção, efeitos visuais, trilha sonora e tudo mais, não temos outra nota para dar a este incrível blockbuster.

NOTA: 10 no padrão BANG de qualidade!

Jyn Erso (Felicity Jones) e o inusitado dróide K2-SO.

Por Rafael Bezerra / Equipe Bang

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[Crítica] Animais Fantásticos e Onde Habitam
   Canal  Bang  │     17 de novembro de 2016   │     10:33  │  1

Animais-Fantásticos-e-Onde-HabitamChega aos cinemas brasileiros nessa quinta-feira (17) o mais novo filme do universo mágico de J.K. Rowling, Animais Fantásticos e Onde Habitam, o primeiro da saga Harry Potter desde 2011, ano em que Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 mostrou o duelo final entre Harry e Voldemort e atingiu a terceira maior bilheteria da história. O Canal Bang cobriu o evento de pré-estreia do filme no Cinesystem Maceió e conta aqui suas impressões da obra pelo ponto de vista de um integrante que nunca teve muito interesse na franquia.

A saga retoma décadas no passado, mais precisamente no ano de 1926, onde não há Harry, Hermione e Ron, porém há Hogwarts, a escola de magia britânica em que eles estudaram. Vindo diretamente de lá, Newt Scamander (Eddie Redmayne) desembarca em Nova York, uma nova cidade, em um novo país, com novas regras as quais o protagonista não está muito disposto a obedecer.

Consigo Scamander traz sua mala, que possui a mesma magia da famosa bolsa de Hermione dos filmes anteriores: a mala é maior por dentro. Nela Scamander traz um novo mundo – literalmente – de animais fantásticos como águias, rinocerontes, corujas, entre outros. Claro que a ideia de tentar se passar por um civil comum na América cheio de animais em sua mala não daria certo e Newt acaba arranjando problemas não apenas com bruxos mas também com “trouxas”.mala-de-Newt-ScamanderParalelamente, quase como um outro filme, o filme apresenta manifestações de uma criatura pela cidade, conhecida pelos bruxos como Obscurus, uma espécie de força das trevas que consegue matar em um piscar de olhos e faz com que os rumores de que o mundo está dominado por bruxos se tornem cada vez mais intensos, criando uma grande insatisfação popular.

Esse contraste entre a jornada de Newt e o conflito no universo da magia é, de fato, um grande defeito do longa. Talvez por estar assumindo o roteiro de um filme pela primeira vez, a escritora J.K. Rowling comete alguns tropeços crônicos de autores que vem dos livros para o cinema, afinal em livros é comum se utilizar de duas ou mais linhas cronológicas no decorrer da obra.

David Yates, diretor de quatro dos oito filmes da saga até então, retorna à franquia em grande estilo. O filme, pelo diferente tom, pela ambientação do século passado e pela necessidade real do abuso de efeitos especiais, exige um cuidado maior e ele entrega isso de forma extremamente coerente. Claramente, assim como o universo não está como em “As Relíquias da Morte”, na direção não vemos o mesmo Yates de As Relíquias da Morte. E isso é ótimo.

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Apesar de Eddie Redmayne, no papel de Newt Scamander, gesticular, se expressar e caminhar do mesmo jeito que o Doctor de Matt Smith (Doctor Who) em boa parte do filme – os fãs do seriado britânico vão entender e vão concordar –, o ator conduz o filme muito bem embora o personagem não reafirme de forma constante seu protagonismo como em muitos blockbusters da atualidade.

O elenco de apoio também se mostra bem consistente durante o decorrer do filme, porém o ponto fora da curva no que se refere ao elenco está em Johnny Depp, acredite se quiser. A verdade é que seu personagem Grindelwald, que de cara é apresentado como a maior ameaça até então do universo bruxo, é totalmente subaproveitado em todos os sentidos.

Primeiramente, em uma tentativa de causar uma surpresa à lá final de episódio de Scooby Doo, o personagem que deveria ter o início de sua personalidade maléfica construída nesse filme, se torna apenas um fanservice. É o típico personagem que faz quem leu os livros surtar só em ver o branco dos olhos e que faz o espectador comum se perguntar se era aquele mesmo o vilão ao sair da sessão. Pobre do jovem Ezra Miller (Credence) que precisa carregar o lado vilanesco da história com um personagem que definitivamente não tem esse porte.

Outro quesito é a típica atuação blasé de Depp que desde o primeiro Piratas do Caribe só sabe fazer versões alternativas de Jack Sparrow. Aqui, temos um mix de Jack Sparrow com Coringa do Jared Leto. Se o Grindelwald já é bizarro por si só, a atuação de Depp dá um novo sentido a palavra bizarro.

Se a intenção era não dar muito tempo de tela para deixar um gostinho de “quero mais” para a sequência do filme, o que a direção de casting fez com a escolha de Depp foi deixar um gostinho de “parem por aqui, esqueçam esse cara e pulem logo para um filme de The Cursed Child“.

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Enquanto Harry, Hermione e Ron ainda estão novos e a Warner não pode anunciar The Cursed Child e suas possíveis continuações nos cinemas – todos sabem que isso um dia vai acontecer –, Animais Fantásticos e Onde Habitam ainda terá mais quatro filmes, com lançamento da sequência confirmado para 17 de novembro de 2017 e o terceiro longa previsto para 2018.

A autora J.K. Rowling já confirmou que Dumbledore estará no próximo filme e que a franquia abordará os subsequentes 19 anos da cronologia do universo bruxo, ou seja, é esperado que a história se estenda até 1945, fatídico ano do embate entre Dumbledore e Grindelwald. A pergunta que não quer calar é: Onde aperta para pular para o quinto filme e ver logo o Johnny Depp ser varrido?

Nota do Canal Bang: 7/10.

Por Gustavo Gobbi / Equipe Bang

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Animação “Festa da Salsicha”, causa espanto nas salas de cinema.
   Canal  Bang  │     13 de outubro de 2016   │     15:40  │  0

Nem toda “Festa” é Livre.


Assistimos ao filme “Festa da Salsicha” em seu primeiro final de semana após o lançamento. 
 Já  na escolha das poltronas pudemos notar algo diferente do normal: a sala estava quase vazia faltando poucos minutos para começar o filme. Para um domingo a tarde, algo raro.

Ao entrar, contamos uma média de 35 a 40 pessoas (sério, temos essa mania).

Fizemos questão de assistir a versão dublada, já sabendo que a mesma teve dublagem e adaptação do roteiro feitos pela equipe do Porta dos Fundos.

Desde os trailers o longa já deixava claro que seria uma animação para adultos.

Visto tudo isso, sabendo que se trata de uma animação adulta, só poderíamos esperar por uma coisa: “Muita putaria” , é exatamente, bitching and  more.

No decorrer do filme percebemos que muitas pessoas não sabiam do que se tratava a história, muito espanto, muito “Omg” e “Wtf”.

 

Brenda, Frank, a Bagel e o Pão Árabe

Com meia hora de filme um casal vai embora, com mais dez minutos outro casal e, dessa vez , com a mulher bem à frente com uma cara de indignação e,  por fim, com mais uns 20 minutos (na metade do filme praticamente) desce aparentemente uma mãe com sua filha que deveria ter na faixa de uns 12 anos e vão embora. Imagina se eles ficassem até o final?

Essa foi a “expressão” das pessoas em cada cena do longa. Observamos (risos).

Agora nos perguntamos: essas pessoas leram a sinopse ou decidiram ir ao cinema e escolher o filme na hora?

Procure se informar sobre o filme antes de ir ao cinema, principalmente se for levar um filho ou uma companhia desavisada. Fica a dica!

Nota: 7 no padrão Bang de qualidade.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=dGL5zr44PuU

Por Rafael Bezerra 

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‘Sete Homens e um Destino’ já lidera as bilheterias nos EUA.
   Canal  Bang  │     28 de setembro de 2016   │     0:10  │  0

Desde a sua estreia, ‘Sete Homens e um Destino’ vem recebendo críticas super positivas em todo o mundo.

Remake do Clássico de 1960, ‘Sete Homens e um Destino’ vem com um elenco de peso e já lidera as bilheterias norte-americanas. Dirigido por Antoine Fuqua , o filme foi produzido pela Sony Pictures, MGM Studios e Village Roadshow Pictures.

“Denzel Washington foi perfeito em “Sete Homens e um Destino” (New York Post)

Com um time formado por Chris Pratt, Ethan Hawke, Denzel Washington, Byung-Hun Lee, Martin Sensmeier e o Manuel Garcia Rulfo, este remake conta a história de um grupo de caçadores de recompensas e fugitivos que mais tarde decidem unir forças, formando uma equipe para libertar um povo de um grande ditador fascista.

Chris Pratt (Guardiões da Galáxia / Jurassic World) no papel de Josh Faraday)/

O filme já alcançou o primeiro lugar nas bilheterias no último final de semana, e já a arrecadou a bagatela de US$ 35 milhões de Obamas, é mole ou quer mais? Confira o Trailer:

E você? O que achou deste remake? Deixe aqui seu comentário.

Por Equipe Bang

 

 

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