Tag Archives: ficção científica

ALIEN: COVENANT | Vale a pena assistir?
   Canal  Bang  │     18 de maio de 2017   │     8:54  │  0

Confira a nossa crítica sobre O sexto filme da franquia Alien. Ridley Scott voltou com tudo ou flopou? Assista agora mais um “Pós-Créditos” aqui no Canal Bang!

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Por Equipe Bang

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CRÍTICA | ALIEN: COVENANT
   Canal  Bang  │     12 de maio de 2017   │     12:07  │  0

Alien: Covenant chega aos cinemas causando a mesma sensação do seu antecessor, não deixando alternativa a não ser usar o trocadilho: Prometheus e não “cumprius”.

A ideia da nova trilogia da franquia é funcionar como prequels, à la Star Wars, sobre a origem dos Xenomorfos. Pois bem, insistir em explicar demasiadamente determinadas coisas pode não funcionar muito bem dentro de uma franquia, pois acaba tirando o foco daquilo que realmente queremos ver.

O longa apresenta a nave colonizadora Covenant, com destino ao planeta Origae-6, onde a tripulação leva colonos para povoar o local. No percurso, uma transmissão recebida se revela uma música cantada por uma voz humana, vinda de um planeta com condições irrefutáveis à sobrevivência. Convenientemente, a proximidade da nave com o planeta torna a tentação de uma incursão irresistível.

Contanto com elementos de roteiro clichês de filmes de terror/suspense, que levam a tripulação a tomar decisões ridiculamente absurdas, como explorar individualmente lugares inóspitos, o longa nos apresenta uma equipe apática e despreparada para lidar com as situações propostas, tendo suas ações repetidamente comprometidas por emoções. A construção de personagens é fraca e pobre, não provocando empatia do público sequer pela protagonista Daniels (Katherine Waterston).

Por outro lado, o filme traz questões interessantes como criacionismo, autoconhecimento e consciência de supremacia, graças à brilhante atuação de Michael Fassbender e ao texto atribuído aos seus personagens, os androides David e Walter. David é o androide sobrevivente da nave Prometheus, responsável pelo resgate da equipe de incursão de Covenant, que também tem um sintético como ele, Walter, esse último mais moderno e “desumanizado”. Os diálogos entre os dois mostram que David tem consciência sobre si e considera a humanidade indigna de sua criação, por ser inferior a ela.

Os diálogos e cenas envolvendo os androides são muito bem feitos, mas deixa a sensação que a trama está isolada dos demais acontecimentos do filme. A ação é fraca e o terror que esperávamos, inerente à franquia, é apresentado com uma preguiça decepcionante, não existe clima de suspense criado. Algumas cenas tem elementos que incomodam por não fazerem sentido e as sequências de ataque são rápidas demais, o telespectador é privado de saborear o horror do filme.

Em contrapartida, os efeitos especiais são bem feitos, a fotografia é boa, mas deixa a desejar na ambientação claustrofóbica a que estamos acostumados. Finalmente, temos o bom e velho plot twist, se você conseguir ser cético o suficiente para ser enganado por uma situação que é sutilmente apresentada como hipótese muito provável. Apesar de tudo, o desfecho agrada por ser coerente e dar a deixa para a continuação.

Nota Bang de qualidade: 7,0

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Por Susy Ferreira / Equipe Bang

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CRÍTICA | VIDA (LIFE)
   Canal  Bang  │     25 de abril de 2017   │     0:01  │  0

Vida (Life)

Vida (Life)

Vida é um grande clichê, mas feito com muito capricho e com capacidade de te prender e divertir. O longa, dirigido por Daniel Espinosa, traz um elenco com nomes notáveis como Jake Gyllenhaal, Rebecca Ferguson e Ryan Reynolds, mas o medo de ousar e sair da zona de conforto o coloca em um lugar comum.

O roteiro é muito forçado e não tem nada ali que você ainda não tenha visto. As referências, mesmo as sutis, são inegáveis. O filme começa mantendo a premissa Sci-fi usada para vendê-lo, a equipe e a missão espacial são apresentadas ao telespectador e toda uma atmosfera de empolgação é criada sobre a descoberta científica de que existe vida fora da Terra, mais especificamente em Marte.

Os personagens são mantidos em linearidade, nenhum deles é visto de forma singular, tanto que talvez você (assim como eu) não consiga criar empatia o suficiente para lembrar de seus nomes. A ideia é dar destaque e protagonismo ao Calvin, o ser vivo encontrado nas amostras de Marte.

Ryan Reynolds em Vida

Ryan Reynolds em Vida

Até aí, nada fora do comum, dentro do contexto. O plano-sequência é bem estruturado, os cortes são imperceptíveis. Destaque para todo o aspecto técnico do filme: iluminação bem utilizada na criação de um clima claustrofóbico; fotografia crescente, de acordo com curso da história, começando com filtros mais quentes e, quando a trama se revela um suspense, o uso de cores frias torna o visual cada vez mais sombrio e angustiante; os efeitos visuais das paisagens especiais são incríveis; os ângulos de filmagem e a técnica de simulação de gravidade zero funcionam perfeitamente.

Jake Gyllenhaal em Vida

Jake Gyllenhaal em Vida

Mas, nesse momento, o filme começa a abusar da nossa inteligência, quando o roteiro força os personagens a tomarem uma série de decisões completamente inaceitáveis até mesmo para os leigos, apenas para que a história possa seguir. Nesse ponto, apesar da construção do suspense e do terror, que chega a te fazer suar e a causar incômodo, a história decai bastante.

Todos os rumos começam a ficar completamente previsíveis. Um ponto forte aqui no segundo ato é a abordagem de dois temas recorrentes, mas importantes: a ideia de que a sobrevivência causa destruição e o foco da equipe de colocar a segurança da humanidade acima de suas próprias vidas.

Rebecca Ferguson em Vida

Rebecca Ferguson em Vida

A atmosfera de suspense e terror em torno dessa criatura viva, que ninguém sabe como funciona direito e o quão inteligente ela é, torna a experiência muito mais emocionante. Todo o desprendimento da equipe e seu sacrifício vão convergindo para um final mais do que esperado, e é nesse momento que o filme surpreende, apresentando uma solução que eu não chamaria de inusitada, já que se você tiver tempo pra pensar em como tudo pode terminar, com certeza a hipótese não seria descartada. Só que a grande jogada é que o terceiro ato é acelerado de tal forma que não te dá essa oportunidade de pensar nas possibilidades, o que faz o final funcionar como um plot twist de arregalar os olhos, nem que seja só um pouquinho.

Nota Bang de qualidade: 6,5

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Por Susy Ferreira / Equipe Bang

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