Tag Archives: Terror

Sweet Tooth | James Wan irá produzir adaptação
   Canal  Bang  │     15 de setembro de 2017   │     15:25  │  0

A New Line Cinema está apostando alto em filmes de terror pois vem faturando bastante com o universo “Invocação do Mal” e o recém-lançado “It: A Coisa”. Agora o estúdio irá adaptar o curta holandês “Sweet Tooth” que estrou em julho no Montreal’s Fantasia International Film Festival, no Canadá. James Wan (Invocação do Mal) estará ao lado de Chris Bender (Premonição) na produção. O projeto será dirigido Nico Van Den Brink, diretor do curta original.

Nico Van Den Brink, James Wan e Chris Bender.

No momento, não há cronograma para início da produção e data de estreia. Informações vindas do Hollywood Reporter.

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Por Jorge Fossati e Renata Barros / Equipe Bang

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Mãe! | Primeiras reações dizem que o filme será sombrio e polêmico
   Canal  Bang  │     2 de setembro de 2017   │     9:53  │  0

“Mãe!”, filme estrelado por Javier Bardem e Jennifer Lawrence, ganhou uma sessão secreta em lugar não informado para amigos próximos do Darren Aronofsky, diretor do longa.

“Foi uma experiência cinematográfica que mudou minha vida. Pessoal, nenhuma palavra pode descrever esta obra-prima. Só posso dizer que é como nada que vocês tenham visto antes. O filme causa polêmicas de formas que vocês nem podem imaginar. É louco, belíssimo, violent, poderoso… E vai ser o filme mais polêmico desde Laranja Mecânica, com certeza vai ser estudado em escolas de cinema por décadas.”

“Acabei de assistir Mãe!, de Aronofsky. E sombrio, sombrio, brilhante e vai irritar as pessoas pra ca*****. Um bom ‘dedo no olho’ das convenções.”

Um casal tem o relacionamento testado quando pessoas não convidadas surgem em sua residência acabando com a tranquilidade reinante.

Darren Aronofsky está na direção e roteiro. Estrelam a trama Jennifer LawrenceJavier BardemEd Harris, Michelle PfeifferDomhnall Gleeson, Brian GleesonKristen WiigJovan Adepo e outros. O longa chega aos cinemas em 21 de setembro de 2017.

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Por Jorge Fossati e Priscila Melo / Equipe Bang

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Mãe! | Jeniffer Lawrence é ameaçada em novo clipe
   Canal  Bang  │     30 de agosto de 2017   │     15:35  │  0

A Paramount Pictures lançou um novo vídeo do enigmático “Mãe!”. Veja abaixo:

Um casal tem o relacionamento testado quando pessoas não convidadas surgem em sua residência acabando com a tranquilidade reinante.

Darren Aronofsky está na direção e roteiro. Estrelam a trama Jennifer LawrenceJavier BardemEd Harris, Michelle PfeifferDomhnall Gleeson, Brian GleesonKristen WiigJovan Adepo e outros. O longa chega aos cinemas em 21 de setembro de 2017

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Por Jorge Fossati e Moezio Vasconcellos / Equipe Bang

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Morre George Romero aos 77 anos, “o pai dos filmes de zumbi”
   Canal  Bang  │     16 de julho de 2017   │     19:40  │  0

O cineasta George A. Romero morreu hoje (16). Especialista em filmes de terror e criador da franquia “A Noite dos Mortes Vivos”, o diretor morreu “após uma severa batalha contra um câncer no pulmão”, segundo sua família. Ele faleceu ouvindo a trilha sonora do longa “Depois do Vendaval”, um de seus filmes favoritos.

Romero ainda assinou o roteiro de mais de 25 filmes, sempre tendo o suspense e terror como gênero. O diretor era natural de Bronx, Nova Iorque, e deu início ao gênero de filmes de zumbi com “A Noite dos Mortos Vivos” em 1968. Com orçamento estimado em US$ 114 mil, o longa estrelado por Duane Jones e Judith O’Dea é considerado um dos maiores clássicos cult de horror de todos os tempos.  Fora sua franquia de zumbi, o cineasta esteve por trás de projetos como, “O Éxercito do Extermínio” e  “Cavaleiros de Aço”. “Day of The Dead”, do diretor Hèctor Hernández, foi seu último trabalho. George A. Romero deixa a mulher, Suzanne Desrocher Romero, e três filhos — entre eles, o também cineasta George Cameron Romero. Confira abaixo o Programa Bang especial sobre ele:

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Por Jorge Fossati e Susy Ferreira / Equipe Bang

 

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ALIEN: COVENANT | Vale a pena assistir?
   Canal  Bang  │     18 de maio de 2017   │     8:54  │  0

Confira a nossa crítica sobre O sexto filme da franquia Alien. Ridley Scott voltou com tudo ou flopou? Assista agora mais um “Pós-Créditos” aqui no Canal Bang!

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Por Equipe Bang

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CRÍTICA | ALIEN: COVENANT
   Canal  Bang  │     12 de maio de 2017   │     12:07  │  0

Alien: Covenant chega aos cinemas causando a mesma sensação do seu antecessor, não deixando alternativa a não ser usar o trocadilho: Prometheus e não “cumprius”.

A ideia da nova trilogia da franquia é funcionar como prequels, à la Star Wars, sobre a origem dos Xenomorfos. Pois bem, insistir em explicar demasiadamente determinadas coisas pode não funcionar muito bem dentro de uma franquia, pois acaba tirando o foco daquilo que realmente queremos ver.

O longa apresenta a nave colonizadora Covenant, com destino ao planeta Origae-6, onde a tripulação leva colonos para povoar o local. No percurso, uma transmissão recebida se revela uma música cantada por uma voz humana, vinda de um planeta com condições irrefutáveis à sobrevivência. Convenientemente, a proximidade da nave com o planeta torna a tentação de uma incursão irresistível.

Contanto com elementos de roteiro clichês de filmes de terror/suspense, que levam a tripulação a tomar decisões ridiculamente absurdas, como explorar individualmente lugares inóspitos, o longa nos apresenta uma equipe apática e despreparada para lidar com as situações propostas, tendo suas ações repetidamente comprometidas por emoções. A construção de personagens é fraca e pobre, não provocando empatia do público sequer pela protagonista Daniels (Katherine Waterston).

Por outro lado, o filme traz questões interessantes como criacionismo, autoconhecimento e consciência de supremacia, graças à brilhante atuação de Michael Fassbender e ao texto atribuído aos seus personagens, os androides David e Walter. David é o androide sobrevivente da nave Prometheus, responsável pelo resgate da equipe de incursão de Covenant, que também tem um sintético como ele, Walter, esse último mais moderno e “desumanizado”. Os diálogos entre os dois mostram que David tem consciência sobre si e considera a humanidade indigna de sua criação, por ser inferior a ela.

Os diálogos e cenas envolvendo os androides são muito bem feitos, mas deixa a sensação que a trama está isolada dos demais acontecimentos do filme. A ação é fraca e o terror que esperávamos, inerente à franquia, é apresentado com uma preguiça decepcionante, não existe clima de suspense criado. Algumas cenas tem elementos que incomodam por não fazerem sentido e as sequências de ataque são rápidas demais, o telespectador é privado de saborear o horror do filme.

Em contrapartida, os efeitos especiais são bem feitos, a fotografia é boa, mas deixa a desejar na ambientação claustrofóbica a que estamos acostumados. Finalmente, temos o bom e velho plot twist, se você conseguir ser cético o suficiente para ser enganado por uma situação que é sutilmente apresentada como hipótese muito provável. Apesar de tudo, o desfecho agrada por ser coerente e dar a deixa para a continuação.

Nota Bang de qualidade: 7,0

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Por Susy Ferreira / Equipe Bang

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CRÍTICA | VIDA (LIFE)
   Canal  Bang  │     25 de abril de 2017   │     0:01  │  0

Vida (Life)

Vida (Life)

Vida é um grande clichê, mas feito com muito capricho e com capacidade de te prender e divertir. O longa, dirigido por Daniel Espinosa, traz um elenco com nomes notáveis como Jake Gyllenhaal, Rebecca Ferguson e Ryan Reynolds, mas o medo de ousar e sair da zona de conforto o coloca em um lugar comum.

O roteiro é muito forçado e não tem nada ali que você ainda não tenha visto. As referências, mesmo as sutis, são inegáveis. O filme começa mantendo a premissa Sci-fi usada para vendê-lo, a equipe e a missão espacial são apresentadas ao telespectador e toda uma atmosfera de empolgação é criada sobre a descoberta científica de que existe vida fora da Terra, mais especificamente em Marte.

Os personagens são mantidos em linearidade, nenhum deles é visto de forma singular, tanto que talvez você (assim como eu) não consiga criar empatia o suficiente para lembrar de seus nomes. A ideia é dar destaque e protagonismo ao Calvin, o ser vivo encontrado nas amostras de Marte.

Ryan Reynolds em Vida

Ryan Reynolds em Vida

Até aí, nada fora do comum, dentro do contexto. O plano-sequência é bem estruturado, os cortes são imperceptíveis. Destaque para todo o aspecto técnico do filme: iluminação bem utilizada na criação de um clima claustrofóbico; fotografia crescente, de acordo com curso da história, começando com filtros mais quentes e, quando a trama se revela um suspense, o uso de cores frias torna o visual cada vez mais sombrio e angustiante; os efeitos visuais das paisagens especiais são incríveis; os ângulos de filmagem e a técnica de simulação de gravidade zero funcionam perfeitamente.

Jake Gyllenhaal em Vida

Jake Gyllenhaal em Vida

Mas, nesse momento, o filme começa a abusar da nossa inteligência, quando o roteiro força os personagens a tomarem uma série de decisões completamente inaceitáveis até mesmo para os leigos, apenas para que a história possa seguir. Nesse ponto, apesar da construção do suspense e do terror, que chega a te fazer suar e a causar incômodo, a história decai bastante.

Todos os rumos começam a ficar completamente previsíveis. Um ponto forte aqui no segundo ato é a abordagem de dois temas recorrentes, mas importantes: a ideia de que a sobrevivência causa destruição e o foco da equipe de colocar a segurança da humanidade acima de suas próprias vidas.

Rebecca Ferguson em Vida

Rebecca Ferguson em Vida

A atmosfera de suspense e terror em torno dessa criatura viva, que ninguém sabe como funciona direito e o quão inteligente ela é, torna a experiência muito mais emocionante. Todo o desprendimento da equipe e seu sacrifício vão convergindo para um final mais do que esperado, e é nesse momento que o filme surpreende, apresentando uma solução que eu não chamaria de inusitada, já que se você tiver tempo pra pensar em como tudo pode terminar, com certeza a hipótese não seria descartada. Só que a grande jogada é que o terceiro ato é acelerado de tal forma que não te dá essa oportunidade de pensar nas possibilidades, o que faz o final funcionar como um plot twist de arregalar os olhos, nem que seja só um pouquinho.

Nota Bang de qualidade: 6,5

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Por Susy Ferreira / Equipe Bang

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‘OUIJA – A ORIGEM DO MAL’ surpreende a crítica MUNDIAL com mais de 80% de aprovação
   Canal  Bang  │     24 de outubro de 2016   │     2:51  │  0


Fazia tempo que não víamos um filme de terror tão bom nos cinemas. Aquele filme de terror com uma atmosfera diferenciada e que passa longe dos clichês sabe? Tipo aqueles filmes com molde pronto e já batido, onde existe um grupo, e na hora do perigo todos fazem questão de se separar ao invés de ficarem juntos, e aí um a um vai sendo assassinado pelo “monstro” ou “perigo”. Pois bem,  ‘OUIJA – ORIGEM DO MAL’ passa longe destes clichês, surpreende e além de dar bons sustos, passa uma tensão memorável.

 

Cenas de fazer qualquer marmanjo gritar nas salas de cinema.

 

Diferente e com uma atmosfera muito melhor do que o antecessor: ‘OUIJA – O JOGO DOS ESPÍRITOS’ (2014), o longa volta no tempo e conta uma nova história, com personagens diferentes da primeira trama, onde a única coisa que permanece no enredo é a mesma casa do primeiro filme.

Com excelente direção de Mike Flanagan (O Espelho), o filme que se passa na década de 60, conta a história de uma família que extorquia dinheiro de seus “clientes” em consultas falsas de mediunidade. Porém as coisas acabam mudando e ficando mais “verdadeiras” quando a Alice Zander (Elizabeth Reaser) e suas filhas mexem com forças desconhecidas, através de um tabuleiro de OUIJA. É meus caros, a partir daí tudo começa virar pelo avesso.

Mãe, a sua filha tá chamando, olha pra trás…

Excelente atuação da atriz Annalise Basso, no papel da irmã mais velha.

 

Após a morte do Pai, as filhas Doris Zander (Lulu Wilson) e Lina Zander (Annalise Basso sempre ajudaram o charlatanismo da Mãe, visando ganhar mais dinheiro para a assim pagar as contas atrasadas da casa, até o momento em que Doris, a filha mais nova, tem seu primeiro contato com o tabuleiro Ouija, atraindo um espírito maligno que passa a acompanhar a menor em todos os momentos do longa. Uma excelente atuação da fofinha Lulu Wilson, é pra deixar qualquer marmanjo no maior cagaço com suas expressões faciais ao longo do filme. O resto do elenco também funciona e dá um show de atuação, coisa rara de se ver hoje em dia em filmes de terror.

Não se engane com este rostinho lindo, Lulu Wilson está demasiadamente sinistra neste filme.

Um castigo para a irmã mais velha.

Apesar das críticas extremamente negativas,  o primeiro filme ainda conseguiu arrecadar a bagatela de US$100 milhões de Obamas. Por outro lado, o novo OUIJA: A ORIGEM DO MAL’, deslancha elogios da crítica, conseguindo 82% de aprovação no Rotten Tomatoes em 76 críticas contabilizadas no site, a frente de ‘Invocação do Mal 2′ e ‘A Maldição da Floresta’. Um feito incrível em tempos de filmes de terror “meia-boca”.

A pequena Doris, de ‘meia-boca’ não tem nada.

 

A Universal Pictures está de parabéns, por trazer novamente o clima de tensão dos filmes de terror/suspense antigos.

Cenas incríveis de suspense, terror, um pouco de drama e muitos sustos em uma história que diverte enquanto assusta ao mesmo tempo, tudo na dose certa! Ah e o final… bom… o final também é sinistro! Vale a pena conferir.

Nota 7.5 no padrão Bang de qualidade!

Por Thales Hill / Canal Bang

 

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